Finalmente! Um adjetivo que possa realmente me definir.
Morro de medo, não literalmente, claro! Melhor, sinto medo. Medo de sofrer, de perder, até de ganhar, às vezes. Sinto medo de lutar e, no final, não ser o que eu esperava, medo de ser capaz de fingir, esconder.. Mas na verdade, quem não é capaz desses dois últimos mencionados? Ah, todos somos capazes, tão capazes que usamos essa nossa habilidade para o nosso próprio benefício. Lógico.
Porque não falar a verdade, mesmo que doa? Porque não ter coragem, mesmo que isso não seja tão bom, quando nada mais restar? Porque não preferir o caminho mais difícil? Mas que pergunta idiota! Será que é porque o mais fácil é mais fácil? Talvez.
Mas me diga, porque não pegar todas essas perguntas, jogá-las fora e não ligar para todas as respostas? Elas não têm telefone, Inteligência rara!
Sabe o que eu queria, de verdade? Que a vida fosse mais leve, que as pessoas fossem mais leves, que pensassem mais leve, que flutuassem se possível. Eu queria não ser tão medrosa, transformar esse medo em coragem. E todas as decepções que causaram esse medo... Ah, essas malditas decepções! Que elas fossem enterradas no mesmo lugar onde eu enterrei as passadas, no mesmo lugar onde eu enterrarei as futuras.
(Minha Autoria)
postado por: R. Dias.

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